Falta de diálogo, conflitos conjugais

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Atendo  em meu consultório um numero expressivo de pessoas com problemas conjugais. Na maior parte das vezes, os conflitos ocorrem em função da dificuldade que o casal tem de se comunicar, se ouvir.

Diante de um problema, alguns casais não conseguem nem sequer conversar sobre o que esta acontecendo, se calam e se fecham no seu mundo, não compartilhando seus pensamentos, insatisfações e emoções.

Outros casais ao contrario, brigam, se ofendem, não tem a menor tolerância em ouvir o que o outro tem a dizer (ele acha que já sabe tudo que será dito ou não está mesmo a fim de ouvir).

Nos momentos de conflito onde existe  muita tensão, reagimos sem a menor lucidez, a tensão do momento trava, bloqueia a nossa inteligência e perdemos a capacidade de raciocinar com lucidez, e são nesses momentos, nos trinta primeiros segundos de raiva que dizemos coisas absurdas, ferimos pessoas que mais amamos e nos ferimos. O instinto controla a nossa inteligência.

Em momentos de tensão onde ninguém pensa, a melhor resposta é não dar resposta. Não se obrigue a dar resposta, pare, respire e  quando estiver mais calmo aja.

Exercite pensar antes de reagir, não seja escravo dos seus conflitos, mantenha a lucidez e desenvolva a auto critica, a capacidade de se colocar no lugar do outro a fim de julga-lo com maior justiça. Aprenda a reconhecer seus erros e seus limites para que você possa dar respostas maduras as frustrações. Desenvolva a tolerância inclusive consigo mesmo.

O objetivo do psicólogo é ajuda-los a resolver esses conflitos, propiciar a escuta dos pares e das suas necessidades, favorecer a restauração do diálogo.

Casais que se comunicam pouco terão pouco sucesso, em manter um relacionamento saudável.

Relações que desafiam o tempo, são aquelas construidas sobre a arte de conversar.

Para ter felicidade, sucesso a dois, vivencie o verbo amar, nele estão inseridos: doação, tolerância, empatia, cumplicidade, admiração e  muuuuita conversa…

Donos da Verdade

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A pessoa inflexível tem elevados padrões internalizados de comportamento, e faz todo esforço possível a fim de mantê-los e defende-los, o que resulta numa conduta Continuar lendo

Depressão

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Depressão é uma doença e tem tratamento. A primeira questão a ser entendida é que depressão e tristeza não são a mesma coisa. Embora apresentem sintomas semelhantes, afetam a mente e o corpo de formas diferenciadas. Todas as pessoas passam por vivencias depressivas, o que não significa um estado de depressão clínica.

Tristeza é um sentimento normal, que pode surgir na vida de qualquer pessoa que atravesse um momento desagradável. Esse sentimento não perdura muito tempo e não tira a pessoa do seu centro. Normalmente ocorre logo após um evento estressante ou negativo. Com o passar do tempo a pessoa volta a viver de forma saudável. Se não houver essa recuperação e a superação não acontecer, (cerca de um mês, um mês e meio), podemos pensar que talvez não seja tristeza, mas depressão.

Estatísticas apontam para um percentual de 10% a 25% de mulheres e 5% a 12% de homens que desenvolverão um risco a desenvolver a depressão.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é a principal causa de incapacidade relacionada a doença entre mulheres no mundo todo. Já na infância estima se que o transtorno depressivo ocorra em 1% a 2% das crianças em idade escolar. Tais dados servem para reforçar o conceito de depressão-doença, e o quanto ela é um grande problema de saúde.

Na depressão a pessoa passa a ter diferentes sentimentos negativos, como: tristeza exacerbada, medo, insegurança, perda de interesse, perda de motivação, humor depressivo, ansiedade, desorientação, insatisfação, fadiga e até dores físicas.

A forma de pensar está comprometida, e a interpretação do mundo torna se distorcida, normalmente exagerada. Falta sentido, e, em alguns casos, esperança. O início pode ter sido causado por uma perda, uma separação, ou outro fato negativo, mas a questão crucial é que não passa com o tempo, e por tratar se de uma doença, é necessário tratamento adequado.

O depressivo encontra se aprisionado num espaço-tempo, dentro de uma forma de pensar, e, apesar de entender a sua situação, não consegue livrar se desse círculo vicioso.

Diante disso, com o depressivo poderia enxergar uma saída? A credito que poderá vê-la se conseguir desenvolver instrumentos que já possui, mas não consegue acessar. A terapia e um instrumento que permite ao depressivo relocalizar-se por meio da revisão de crenças e padrões de comportamento. Dessa forma, o apoio psicológico quando acompanhado por um profissional qualificado oferece a possibilidade de que o depressivo recupere o direito de novamente, tomar as rédeas da sua vida.

Ciúmes

Ciúmes é como tudo na vida, se tiver pouco faz falta, se tiver demais “transborda”. Um pouquinho de ciúmes significa que você valoriza a outra pessoa, que ela é importante em sua vida. Ciúmes demais é desrespeitoso e não e legal…temos que descobrir se seu ciúme e normal ou patológico, ou seja excessivo. Você percebe que entrou no nível de ciúmes ¨exagerado ¨, ou seja, patológico, quando, por exemplo, perde tempo em seu trabalho querendo saber por onde anda e o que sua cara metade está fazendo. Ligar para monitorar os passos dela, tal qual um detetive. Perder o sono por ciúmes, acordar no meio da noite pensando “o que será que ela está fazendo?”

Ficar nervoso quando não a localiza. tudo isso é ciúme patológico. O ciúme é patológico, ou seja, doentio, quando a sua rotina é modificada por conta desse ciúme. Quando não há provas concretas para tal desconfiança, não há indícios de que você pode estar sendo traído e ainda assim você sofre com a possibilidade de ser traído é o indicio de que você será beneficiado com a ajuda de um psicólogo. O normal é transitório, a pessoa tem uma sensação de ciúmes hoje, mas não fica com a ideia fixa a semana toda. O ciúme normal passa. O ciúme normal é específico, ou seja, a pessoa sente ciúmes de uma situação específica, e não de toda e qualquer situação.

Exemplo: sentir ciúmes de uma pessoa, ou de um lugar onde o outro vá, e não de todo e qualquer lugar. O ciúmes normal é baseado em fatos reais. Ou seja, a pessoa tem ciúmes quando acontece alguma coisa concreta, como um telefonema, ou um presente que o outro tenha recebido, algum indicio real de que algo possa estar “roubando” a pessoa amada. No ciúmes normal o maior desejo é de preservar o relacionamento. A pessoa quer ficar bem com o outro. Por outro lado o ciúmes patológico é quando as preocupações são infundadas, são absurdas, exemplo: você liga ,e ele não atendeu o telefone. Pronto! Já será o suficiente para passar a tarde se “mordendo” de ciúme.

Veja se você tem necessidade de ter controle total sobre os sentimentos e comportamentos do seu amado?. Sofre com isso? Se você respondeu sim para uma dessas perguntas é provável que você seja um ciumento patológico. Ter ciúmes de uma forma equilibrada é normal. Mas 10% da população percebe que tem problema no relacionamento e sofre demais por causa de ciúmes exagerado. Enfim, se você está dizendo coisas do tipo: “Você se maquiou hoje porque vai encontrar com outro, ou “Você chegou atrasada porque estava com o outro”. Esse tipo de frase é um belo indicador do quanto o ciúmes está patológico, fora de controle e causando sofrimento. O ciúme patológico é um dos sintomas que podem estar associados ao TOC, uma vez que a pessoa que enfrenta a situação de ciúme excessivo, passa a ter pensamentos repetitivos e intenso sobre o outro, numa tentativa de descobrir, controlar e prever o comportamento do parceiro já que sente a todo momento que está sendo enganado, traído e rejeitado. O ciúme doentio ou ciúme patológico é um distúrbio que acomete homens e mulheres, tem cunho doentio, pois compromete todo o funcionamento da pessoa e absorve toda sua energia, levando a um desgaste psicológico, crise de ansiedade ou depressão.

A relação entre o ciúme e a doença do TOC já foi descrita muitas vezes na literatura e estas características são percebidas em todas as sociedades e culturas. O que provoca ciúmes? O seu pensamento, a sua interpretação de que o relacionamento está ameaçado quanto à estabilidade ou quanto à qualidade. Ou seja, ciúmes aparece quando você acredita que seu relacionamento foi abalado e corre risco de terminar. Percebeu? Ciúmes é como você “interpreta” a situação, não necessariamente se refere à fatos concretos. Percebemos que o ciúmes está exagerado quando a pessoa começa com comportamentos, digamos assim, ridículos .A pessoa passa a ter comportamentos compulsivos, ou seja, ela não consegue se segurar, parece que é mais forte do que ela e passa a abrir correspondência do outro, ouvir telefonemas, olhar os bolsos, carteira, confere recibos. O sofrimento causado pelo ciúme patológico ou ciúme doentio é uma situação não desejável a qualquer pessoa.

Os relacionamentos afetivos muitas vezes são construídos de forma pouco sustentável, uma vez que as pessoas atualmente têm medo de se comprometer e quando o fazem querem ter garantias de que nada ocorrerá para desmoronar o investimento que dedicou a esta relação. O ciúme nasce e se sustenta da dificuldade e da insegurança que se auto sustenta numa relação prejudicada, quer seja por fatos reais que desencadearam a desconfiança, quer seja por pensamentos de insegurança que invadem a mente e que nos faz perceber sempre o lado negativo de uma situação. Uma das formas de combater estes pensamentos ou de se fortalecer para identificar as reais razões para o ciúme está no fato conhecer-se a si mesmo e de refletir sobre seu auto conceito, sua auto imagem e sua auto estima.

Para Corona (2001) o auto conceito parte da ideia do “Eu” com uma conscientização primária na vida do indivíduo. A tomada de consciência do “Eu” se constitui no ponto de partida para a estruturação do auto conceito. Faz parte desta estruturação a imagem corporal, da qual está intimamente ligado o desejo de ser aprovado pelo ambiente externo. As opiniões que os outros formulam a respeito do “Eu” de cada indivíduo representam forças poderosas que corroboram na modelação exata dessa estrutura. Ou seja, todo indivíduo é capaz de formar seu auto conceito, o auto conceito se molda à medida que novas experiências são incorporadas, assim como as vivências cotidianas provocam um ajustamento contínuo, incessante, ligado às experiências e vivências com outros “Eus”.

O auto conceito, segundo Castro (1999), é constituído a partir da percepção que o indivíduo possui de si mesmo, de seus sentimentos e atitudes experienciados no meio social em que está inserido. É também estabelecido de acordo com as atribuições determinadas pela sociedade e aceitas pelo sujeito.

Casamento em perigo? Veja algumas dicas

A maioria das pessoas acredita que um casamento acaba somente se algo muito grave acontecer como, por exemplo, uma traição, uma briga muito séria ou coisa desse tipo.  A verdade é que a maioria dos casamentos termina após anos de desgastes por pequenas coisas. Então a traição e a briga séria, são consequências do enfraquecimento da relação e não o problema principal. Veja alguns sinais de alerta que aparecem em uma união desgastada.

Falta de contato

Um casal que está em sincronia e bem afetivamente, tende a se tocar sempre que possível. Andar abraçados ou de mão dadas é o exemplo mais claro disso. Quando uma relação está desgastada o casal para de se tocar, não existe mais caricias ou aquela “passadinha de mão” e muito menos a famosa troca de risinhos.

As brincadeiras bobas que só os dois entendem, os apelidos carinhosos e gentilezas também são uma forma de contato.

Não fazem mais coisas juntos

O mundo moderno é cada vez mais corrido e complicado, porém mesmo assim um casal que está bem sempre arruma um tempinho para ficar junto. Ainda que seja apenas para assistir a um filme, em casa mesmo e na companhia dos filhos.  Quando, no entanto a agenda de um passa a excluir totalmente o outro, fazendo com que ambos raramente estejam juntos é sinal que as coisas não vão bem.

Não saber nada do momento atual do outro

A falta de dialogo é maior indicio de que um casamento está periclitando, e não saber como tem sido a vida do outro nos últimos tempos é um grande sinal de que não o casal não tenha conversado coisas relevantes nos últimos tempos.

Se eu lhe perguntasse agora você saberia responder o que mais angustia seu companheiro (a) nos últimos tempos? Qual é o maior problema dele (a) no serviço?

Faz mau juízo do cônjuge

Em um relacionamento sólido existe a confiança ou pelo menos o benefício da dúvida. Assim, por exemplo, quando um companheiro se atrasa para chegar em casa, o outro imagina (em uma relação saudável): “foi pego para hora extra” ou “ficou preso no trânsito”. Em uma relação desgastada o cônjuge que ficou em casa imaginaria: “egoísta, parou para ficar com os (as) amigos (as) e nem se preocupou em ligar” ou pior: “deve estar com outra (o)”.

Surge o sarcasmo

Em um casamento que está falindo o carinho e a cumplicidade dá lugar ao sarcasmo. As piadinhas e as indiretas que tem como intenção ofender ao outro passam a aumentar e se tornam mais agressivas. Até mesmo a história de como se conheceram que era para ser algo bonito fica recheada de deboche: “ele me perseguiu até vencer pelo cansaço” ou “ela me enganou! Quando eu vi já estava no altar”. Isso pode até parecer uma brincadeira inocente, mas já é um sinal de alerta.

Falsa paz

A paz é uma garantia de que o casamento está bem, certo? Quando não existem atritos e conflitos sim! Mas quando há razões para protestar e simplesmente se deixa para lá é indicio que a relação está esfriando. Por exemplo, uma esposa que sempre reclamou da falta de romantismo e atenção do marido parar de fazer isso é sinal que ela já não se importa tanto com essa atenção e romantismo.

Não se desespere

Não é por que você observou esses e outros sinais de que o seu casamento não está bem que você deva largar tudo de mão ou entrar em desespero. Você pode salvar o seu casamento seguindo esses passos:

Abra o diálogo

Percebendo que a situação não está boa, chame o seu cônjuge e exponha a sua visão: “as coisas não estão indo bem, precisamos mudar isso”. Um casamento feliz depende de não deixar os problemas se acumularem.

Elimine a culpa

Não adianta procurar um culpado para a situação chegar onde chegou e querer botar a culpa no outro só irá piorar as coisas. Ao invés disso busque encontrar solução em conjunto.

Reacenda o romance

É claro que o casamento é muito mais que apenas o amor, porém sem ele um matrimônio não sobrevive. Tente reacender a chama que os uniu:

Seja flexível

Aprenda a fazer concessões. As coisas não precisam ser apenas do seu jeito. Respeite a opinião e o modo de ser do outro, você só tem a ganhar com isso.

ALGUMAS DICAS

Conversem bastante

A comunicação é o principal indicador de saúde em um relacionamento. Um casal que não conversa é um casal que tem sérios problemas. Da mesma forma marido e mulher que só falam sobre os filhos estão com um relacionamento comprometido. Através do diálogo podemos dizer como nos sentimos e saber como o outro se sente e dessa forma “acertar os ponteiros” da relação.

A conversa não é para ser usada como uma arma para agredir e reclamar do outro, se existe algo errado no relacionamento ambos tem sua parcela de culpa seja por ação ou omissão.

Façam atividades juntos

Estudos apontam que casais que realizam atividades em conjunto têm casamentos mais satisfatórios e menor probabilidade de se divorciarem. Um estudo curioso publicado pelo periódico americano Journal of Family Issues aponta que casais que dividem tarefas como a faxina da casa, têm vida sexual mais ativa.

Realizar atividades em companhia do cônjuge ajuda a estreitar o relacionamento, conhecer melhor o outro. Casais que realizam atividades juntos tem algo para conversar coisa além dos problemas do cotidiano. Exemplo de atividades para ser feita em casal:

  • Aulas , academia juntos;
  • Caminhada;
  • Cursos (façam um que seja de interesse de ambos); e
  • Ir à igreja (ou o seu culto religioso).

Deixem os filhos em casa e saiam sozinhos às vezes

Quando os filhos nascem à atenção do casal passa a ser toda para as crianças e os programas românticos a dois deixam de acontecer. Assim o casamento cai em uma rotina difícil de quebrar.  criem o hábito de uma noite por mês saírem sem os filhos para irem ao cinema, teatro, restaurante…

Não precisa ser uma noite inteira, só umas cinco horas, o tempo de assistir a um filme, um show, etc.

Surpreenda às vezes

Tem algo melhor que receber uma surpresa? Receber uma demonstração de que somos amados? E o melhor de tudo é que isso não precisa custar caro e até mesmo pode sair de graça:

  • Faça um jantar especial
  • Traga flores
  • De um cartão fora de época
  • Mande uma mensagem de amor pelo celular
  • Ligue durante o expediente de trabalho só para dizer eu te amo
  • Deixe um bilhetinho romântico em um lugar que a pessoa possa achar

Educando os filhos

Educar os filhos é uma tarefa complexa, mas que não precisa ser penosa. Cabe aos pais a escolha de como fazê-lo. Muitas dessas escolhas são baseadas em aprendizados anteriores, que podem vir através dos ensinamentos recebidos dos pais. Mas nem sempre a mesma forma de educar funciona para todas as pessoas; é preciso entender que cada um tem necessidades diferentes. As características pessoais e a personalidade devem influenciar nessa escolha. É fundamental que a criança cresça e aprenda o que pode ou não fazer, dentro e fora de casa. Os pais devem dar esse suporte para um bom desenvolvimento sem atribuir essa responsabilidade a outros. 

A escola também é educadora. Alem das matérias que são ensinadas, a escola oferece a possibilidade do convívio com outras crianças. Isso implica em saber lidar com as diferenças: intelectuais, sociais, religiosas, etc. Entretanto a escola não é responsável pela formação e/ou correção do caráter da criança. Estudos mostram que por dia um professor estadual é agredido por aluno (s) e que o Brasil é o quinto pais do mundo em numero de mortes entre os jovens por violência. Como saber de a educação dada aos filhos contribui ou não para esses números? Qual a diferença entre disciplina e repressão?

A disciplina consiste em regras que existem para o bom convívio com a família e os demais. Aos pais cabe a orientação de como essa criança deve proceder para se adequar. É preciso explicar de onde vêem as regras, para que servem e como segui-las. A repressão é diferente, implica em conter e impor. Muitos pais se confundem nessas questões e optam por ser “liberais”; acreditando que seus filhos podem fazer tudo o que querem sem que haja a necessidade de orientá-los. Mas como essa criança vai aprender a governar a si própria sem saber quais são os seus limites?

Uma criança que pode fazer “tudo o que quer” fica propensa a dificuldade de relacionamento e baixa auto-estima, pois se torna incapaz de lidar com as frustrações normais do dia-a-dia, com os imprevistos que fazem parte de uma vida normal, afinal nem sempre as coisas são como se quer. A sabedoria consiste em aprender a viver e conviver com o real.

Toda casa deve ter uma regra interna para uma boa convivência.

Algumas dicas:
– Manter a palavra e evitar voltar atrás.
– Quando isso não acontece a criança não entende a mensagem dada. Manter a palavra transmite segurança. Mas cuidado! Errar é humano, e se for preciso, os pais podem e devem pedir desculpas.
– Fale de forma clara e objetiva, evitando ironias e sarcasmos.
– Crianças pequenas não conseguem assimilar o que alguma coisa quer dizer, elas tendem a compreende de forma literal aquilo que lhes é falado.
– Crie ordens: estudo, cuidado pessoal (higiene / alimentação / vestuário, etc), prática de esportes.
– crianças devem ter equilíbrio nas atividades realizadas. A própria interação social é uma forma também de incentivar e criar situações de limites, uma vez que há regras de convívio, valores e crenças. Conviver com outras pessoas implica em respeitar limites.

Pais separados devem manter uma coerência na educação para que essa criança internalize o que esta aprendendo, pois se as mensagens sao contraditórias se torna difícil a compreensão  O que ocorre muitas vezes é que aquele que nao mora com a criança  e tende a ver menos, sente-se culpado e quer agradar em excesso. Na ansia de fazer certo, acaba aceitando as imposições e cobranças da criança, perdendo o controle da situação. 

Lembre-se: Impor limites é uma forma de mostrar carinho demonstrando preocupação e atenção. Não é a quantidade de tempo que se passa com os filhos, mas sim a qualidade desse tempo.

Infidelidade

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A traição é, com certeza, um dos maiores dramas sentimentais e talvez o que mais provoca dor no ser humano. Por ser devastadora, pode destruir o relacionamento. Continuar lendo